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Declaração de fé de Westminster

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Desde Julho de 1643 até Fevereiro de 1649, reuniu-se em uma das salas da Abadia de Westminster, na cidade de Londres, o Concílio conhecido na história pelo nome de Assembléia de Westminster. Este Concílio foi convocado pelo Parlamento Inglês, para preparar uma nova base de doutrina e forma de culto e governo eclesiástico que devia servir para a Igreja do Estado nos Três Reinos.

A Assembleia dos teólogos de Westminster foi convocada em 1643, após anos de tensão entre Charles I e seu crescente Parlamento puritano. Reunidos sob a presidência do erudito William Twisse contra os desejos expressos do rei, a visão original da Assembleia era criar uma maior uniformidade da fé e a prática em todo o reino de Charles I.

A tarefa original dos delegados era revisar os Trinta e Nove Artigos da Igreja da Inglaterra, mas após firmar a Liga e Pacto Solene, esta Assembleia avançou para mais específica e exata tarefa de delinear uma fórmula teológica e eclesiástica que conduzisse a Igreja da Inglaterra à conformidade com a doutrina e prática da Igreja Presbiteriana da Escócia. A Confissão de Fé de Westminster representa um momento de maturidade no desenvolvimento da teologia federal, e sua dinâmica interna gira em torno do conceito de “pacto”.

Dividida em trinta e três capítulos, abrange minuciosamente o alcance completo da doutrina cristã, começando com as Escrituras como a fonte do conhecimento das coisas divinas (da mesma maneira que na Primeira e Segunda Confissão Helvética, a Fórmula de Concórdia, e os Artigos Irlandeses). Continua com uma exposição de Deus e seus decretos, a criação, a providência, e a queda (II-IV) antes de explicar o pacto de graça, a obra de Cristo, e detidamente a aplicação da redenção (VII-XVIII). Em vários títulos dos capítulos, lhe dá uma cuidadosa atenção a perguntas sobre a lei e a liberdade, à doutrina da igreja e os sacramentos (XXV-XXIX), e às últimas coisas.

A Confissão de Westminster foi a última das confissões formuladas durante o período da Reforma. Até agora tem havido na história da Igreja somente dois períodos que se distinguiram pelo número de credos ou confissões que neles foram produzidos. O primeiro pertence aos séculos IV e V, que produziram os credos formulados pelos concílios ecumênicos de Nicéia, Constantinopla, Éfeso e Calcedônia; o segundo sincroniza com o período da Reforma. Os símbolos do primeiro período chamam-se "credos", os do segundo "confissões". Uma comparação entre o Credo dos Apóstolos, por exemplo, e a Confissão de Westminster mostrará a diferença. O Credo é a fórmula de uma fé pessoal e principia com a palavra "Creio". A Confissão de Fé de Westminster segue o plano adotado no tempo da Reforma, é mais elaborada e apresenta um pequeno sistema de teologia. Esse sistema é conhecido pelo nome de Calvinismo, por ser o que João Calvino ensinou, e foi aceito pelas Igrejas Reformadas, que diferiam das Luteranas.

A utilidade de uma Confissão de Fé evidenciou-se na história das Igrejas Reformadas ou Presbiterianas. Sendo a Confissão de Westminster a mais perfeita que elas têm podido formular, serve de laço de união e estreita as relações entre os presbiterianos de todo o mundo. Os Catecismos especialmente têm servido para doutrinar a mocidade nas puras verdades do Evangelho.

Segue abaixo a confissão em sua integralidade.

 

Confissão de Fé de Westminster

 

CAPÍTULO I

DA ESCRITURA SAGRADA

 

I. Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo.

 

Sal. 19: 1-4; Rom. 1: 32, e 2: 1, e 1: 19-20, e 2: 14-15; I Cor. 1:21, e 2:13-14; Heb. 1:1-2; Luc. 1:3-4; Rom. 15:4; Mat. 4:4, 7, 10; Isa. 8: 20; I Tim. 3: I5; II Pedro 1: 19.

 

II. Sob o nome de Escritura Sagrada, ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho e do Novo Testamento, que são os seguintes, todos dados por inspiração de Deus para serem a regra de fé e de prática:

 

O VELHO TESTAMENTO

 

Gênesis

Êxodo

Levítico

Números

Deuteronômio

Josué

Juízes

Rute

I Samuel

II Samuel

I Reis

II Reis

I Crônicas

II Crônicas

Esdras

Neemias

Ester

Salmos

Provérbios

Eclesiastes

Cântico dos Cânticos

Isaías

Jeremias

Lamentações de Jeremias

Ezequiel

Daniel

Oséias

Joel

Amós

Obadias

Jonas

Miquéias

Naum

Habacuque

Sofonias

Ageu

Zacarias

Malaquias

 

 

O NOVO TESTAMENTO

 

Mateus

Marcos

Lucas

João

Atos

Romanos

I Coríntios

II Coríntios

Gálatas

Efésios

Filipenses

Colossenses

I Tessalonicenses

II Tessalonicenses

I Timóteo

II Timóteo

Tito

Filemon

Hebreus

Tiago

I Pedro

II Pedro

I João

II João

III João

Judas

Apocalipse

 

 

Ef. 2:20; Apoc. 22:18-19: II Tim. 3:16; Mat. 11:27.

 

III. Os livros geralmente chamados Apócrifos, não sendo de inspiração divina, não fazem parte do cânon da Escritura; não são, portanto, de autoridade na Igreja de Deus, nem de modo algum podem ser aprovados ou empregados senão como escritos humanos.

 

Luc. 24:27,44; Rom. 3:2; II Pedro 1:21.

 

IV. A autoridade da Escritura Sagrada, razão pela qual deve ser crida e obedecida, não depende do testemunho de qualquer homem ou igreja, mas depende somente de Deus (a mesma verdade) que é o seu autor; tem, portanto, de ser recebida, porque é a palavra de Deus.

 

II Tim. 3:16; I João 5:9, I Tess. 2:13.

 

V. Pelo testemunho da Igreja podemos ser movidos e incitados a um alto e reverente apreço da Escritura Sagrada; a suprema excelência do seu conteúdo, e eficácia da sua doutrina, a majestade do seu estilo, a harmonia de todas as suas partes, o escopo do seu todo (que é dar a Deus toda a glória), a plena revelação que faz do único meio de salvar-se o homem, as suas muitas outras excelências incomparáveis e completa perfeição, são argumentos pelos quais abundantemente se evidencia ser ela a palavra de Deus; contudo, a nossa plena persuasão e certeza da sua infalível verdade e divina autoridade provém da operação interna do Espírito Santo, que pela palavra e com a palavra testifica em nossos corações.

 

I Tim. 3:15; I João 2:20,27; João 16:13-14; I Cor. 2:10-12.

 

VI. Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela. À Escritura nada se acrescentará em tempo algum, nem por novas revelações do Espírito, nem por tradições dos homens; reconhecemos, entretanto, ser necessária a íntima iluminação do Espírito de Deus para a salvadora compreensão das coisas reveladas na palavra, e que há algumas circunstâncias, quanto ao culto de Deus e ao governo da Igreja, comum às ações e sociedades humanas, as quais têm de ser ordenadas pela luz da natureza e pela prudência cristã, segundo as regras gerais da palavra, que sempre devem ser observadas.

 

II Tim. 3:15-17; Gal. 1:8; II Tess. 2:2; João 6:45; I Cor. 2:9, 10, l2; I Cor. 11:13-14.

 

VII. Na Escritura não são todas as coisas igualmente claras em si, nem do mesmo modo evidentes a todos; contudo, as coisas que precisam ser obedecidas, cridas e observadas para a salvação, em um ou outro passo da Escritura são tão claramente expostas e explicadas, que não só os doutos, mas ainda os indoutos, no devido uso dos meios ordinários, podem alcançar uma suficiente compreensão delas.

 

II Pedro 3:16; Sal. 119:105, 130; Atos 17:11.

 

VIII. O Velho Testamento em Hebraico (língua vulgar do antigo povo de Deus) e o Novo Testamento em Grego (a língua mais geralmente conhecida entre as nações no tempo em que ele foi escrito), sendo inspirados imediatamente por Deus e pelo seu singular cuidado e providência conservados puros em todos os séculos, são por isso autênticos e assim em todas as controvérsias religiosas a Igreja deve apelar para eles como para um supremo tribunal; mas, não sendo essas línguas conhecidas por todo o povo de Deus, que tem direito e interesse nas Escrituras e que deve no temor de Deus lê-las e estudá-las, esses livros têm de ser traduzidos nas línguas vulgares de todas as nações aonde chegarem, a fim de que a palavra de Deus, permanecendo nelas abundantemente, adorem a Deus de modo aceitável e possuam a esperança pela paciência e conforto das escrituras.

 

Mat. 5:18; Isa. 8:20; II Tim. 3:14-15; I Cor. 14; 6, 9, 11, 12, 24, 27-28; Col. 3:16; Rom. 15:4.

 

IX. A regra infalível de interpretação da Escritura é a mesma Escritura; portanto, quando houver questão sobre o verdadeiro e pleno sentido de qualquer texto da Escritura (sentido que não é múltiplo, mas único), esse texto pode ser estudado e compreendido por outros textos que falem mais claramente.

 

At. 15: 15; João 5:46; II Ped. 1:20-21.

 

X. O Juiz Supremo, pelo qual todas as controvérsias religiosas têm de ser determinadas e por quem serão examinados todos os decretos de concílios, todas as opiniões dos antigos escritores, todas as doutrinas de homens e opiniões particulares, o Juiz Supremo em cuja sentença nos devemos firmar não pode ser outro senão o Espírito Santo falando na Escritura.

 

Mat. 22:29, 3 1; At. 28:25; Gal. 1: 10.

 

 

As duas casas de Israel

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Em Gênesis 13:15-16 o Senhor promete a Abrão que toda a terra que ele via seria herdada pela sua descendência para sempre e que esta descendência seria como o pó da terra.
Um pouco mais adiante, Deus reforça a promessa para Abraão e diz que a sua descendência seria como as estrelas do céu e como a areia do mar e que, por intermédio de Abraão, todas as famílias da terra seriam benditas. (Gn. 22:16-18)
Deus fez uma aliança com Abrão em Gênesis 17:07 e disse que essa aliança iria ser perpétua através da sua descendência. Abraão teve alguns filhos, mas a Palavra dá destaque a dois destes filhos: Ismael (Gn. 16:15) e Isaque (Gn. 21:03-05). Ismael não era o filho da promessa dada a Abraão e Sara (Gn. 17:15-16), pois foi gerado por Agar (Gn. 16:16), logo a aliança de Deus não era com Ismael e sim com Isaque (Gn. 17:19-21).
A promessa feita a Abraão é novamente proferida à Isaque (Gn. 26:03-04). Ora, claramente vemos que agora precisamos saber qual o rumo que a bênção tomaria já que Isaque também teve filhos. Em Gênesis 25 a Bíblia narra que Isaque orou a Deus para que Rebeca lhe concedesse filhos. Deus ouviu a oração de Isaque e Rebeca ficou grávida de gêmeos. Mas, a partir do verso 23 a Palavra nos mostra que DUAS NAÇÕES e DOIS POVOS estavam no seu ventre! O primeiro filho (peludo) o chamou de Esaú e o segundo de Jacó.
Jacó na terra de Harã começa a sonhar com uma escada posta na terra que subia até aos céus e que anjos subiam e desciam dela. E neste momento, o Senhor estava acima da escada e dizia a Jacó:

“Eu sou o Senhor Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra, em que estás deitado, darei a ti e à tua descendência; E a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra” Gn. 28:13-14.

Esaú vendeu sua bênção de primogenitura a Jacó em Gn. 25:31-33. Sendo assim,  vemos claramente aqui que a bênção agora estava com Jacó e não Esaú conforme Gn. 28 e se estenderia ao mundo.
Jacó teve 12 filhos e desses doze filhos seria feita a nação de Israel. Em Gn. 35:10-12 Deus muda o nome de Jacó para Israel e reforça a ele a promessa feita anteriormente a Abraão e a Isaque e ainda diz que uma MULTIDÃO DE NAÇÕES sairiam dele e que REIS procederão dele.
Os doze filhos de jacó se tornariam os cabeças das 12 tribos de Israel (Gn. 49; Ex. 28:21). Ora, agora as bênçãos de Deus estão sobre as 12 tribos e sobre todo o Israel!

Em Gênesis 48 acontece um episódio interessante. José, filho de Jacó/Israel, está levando seus filhos Manassés e Efraim (filhos de uma gentia Egípcia Asenat) para receberem a bênção do avô. Entretanto, Israel estava com dificuldades na visão por causa da idade avançada e José sabendo disso levou os filhos ao avô já na posição tradicional da bênção com Efraim (Frutífero) na sua mão direita, à esquerda de Israel, e Manassés (Primogênito) na sua mão esquerda, à direita de Israel. Nessa ocasião Israel abençoa a José e logo após abençoa os meninos e com as mãos invertidas dá a bênção “maior” para Efraim e não Manassés.



Ora, por quê Israel fez isso? A resposta está na continuação do texto:

“Vendo, pois, José que seu pai punha a sua mão direita sobre a cabeça de Efraim, foi mau aos seus olhos; e tomou a mão de seu pai, para a transpor de sobre a cabeça de Efraim à cabeça de Manassés. E José disse a seu pai: Não assim, meu pai, porque este é o primogênito; põe a tua mão direita sobre a sua cabeça. Mas seu pai recusou, e disse: Eu o sei, meu filho, eu o sei; também ele será um povo, e também ele será grande; contudo o seu irmão menor será maior que ele, e a sua descendência será uma multidão de nações”. Gn. 48:17-19

Que fato maravilhoso! Deus através de Jacó/Israel profetiza que de Manassés sairia UM POVO mas que de Efraim sairia uma MULTIDÃO DE NAÇÕES a mesma promessa dada a Jacó anteriormente. Jacó/Israel ainda diz que os meninos se multiplicariam como PEIXES, no meio da terra. E para finalizar a bênção, Jacó/Israel diz a José que ele iria tornar à terra de seus pais.


O interessante é que a palavra “multidão” empregada aqui é traduzida como “multitude” na versão inglesa King James (KJV) e no hebraico como “mlo’”. Que significa “plenitude ou totalidade” em português e “fullness” em inglês. Estas são as mesmas palavras usadas em Dt. 33:16, tanto em português, quanto em inglês e hebraico; onde Deus declara sua benevolência à terra e sua plenitude. Essa mesma palavra irá aparecer em Rm. 11:25 onde Paulo se refere a um segredo. Qual segredo era esse? O tempo da PLENITUDE dos gentios. Portanto, de Efraim sairia a plenitude dos gentios.
Ora, Jesus quando estava na terra realizou o milagre da pesca maravilhosa e ainda disse aos discípulos que a partir dali eles seria pescadores de homens! Confirmando a bênção dada a Efraim. (Lc. 05:05-10).
Esta bênção é mencionada em 1Pe. 02:09-10, parafraseando Os. 01:10 e confirmada em Rm. 09:25-26.



Em 1Rs. 11 e 1Rs. 12 o rei Salomão começa a confessar seus pecados e a Palavra diz que Deus se ira contra Salomão por ter se desviado do Senhor, o Deus de Israel. O Senhor diz a Salomão que o reino seria rasgado, ou seja dividido, pelo próprio Deus.

As 7 festas proféticas do Deus de Israel

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A palavra festa ou estações no original hebraico é escirta como “mow’ed” que significa “tempo determinado”. 2 Cr. 08:13.

A primeira festa é a FESTA DA PÁSCOA/ÁZIMOS em hebraico “Pêssach/Matzot” celebrada no dia 14 do primeiro mês (Calendário Lunar) com duração de sete dias. Ex. 23:05; Ex. 23:15. Esta festa aponta para Cristo, o cordeiro pascal, para o livramento do povo do Egito e para a igreja, sem fermento. Ex. 12 e I Co. 05:07-08. A festa dos ázimos ou asmos era celebrada dentro da festa da páscoa e durava do dia 15 ao dia 21. (Ez. 45:21).

Após os asmos, o Sábado seguinte começa a segunda festa, a FESTA DAS PRIMÍCIAS em hebraico “Bikurin” era realizada no Domingo (Lv. 23:11). No primeiro dia desta festa o povo era aceito por Deus e nesse dia festeja-se o início da colheita e é também o primeiro dia das sete semanas em que se conta o ômer até o quadragésimo nono dia, após o qual se celebra a festa de Shavuot ou Tabernáculos ou Semanas, no quinquagésimo dia. Portanto, Tinha a duração de 7 semanas de 7 dias. Lv. 23:15-17. A oferta das primícias dada por Deus foi o próprio Jesus, isto é afirmado em I Co. 15:20-23.
Contagem do Ômer ou Sefirat Ômer é o nome dado a contagem dos 49 dias ou sete semanas entre Pêssach e Shavuot.
Embora a palavra hebraica para casamento seja חֲתֻנָּה, Chatunah, apesar disso é comum também se usar o termo בִּכּוּרִים, Bikurim, primícias para fazer referência ao mesmo. O encontro de Ruth, uma moabita convertida ao judaísmo com o judeu Boaz ocorreu na época das colheitas, encontro esse que teve como consequência o casamanto de ambos.
Dentro da festa das primpicias que durava 49 dias, no dia 50 se comemorava a FESTA DOS PENTENCOSTES em hebraico “Shavuot”, onde era necessário levar 2 pães até o sacerdote. Estes dois pães representam as duas casas de Israel. (Lv. 23:15-17). Pão asmo, Matzá no hebraico é o pão sem fermento. E levedados, significa com fermento, Chametz no hebraico.

Nota:
a) חַלֹּת, chalot é o plural de חִלָּה, chalá.
b) מַצּוֹת, matzot é o plural de מַצָּה, matzá.

Mapa das Emoções Humanas

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Uma equipe de pesquisadores finlandeses criou o que pode ser o primeiro mapa a apontar em que lugar do corpo as emoções humanas se manifestam.

“A ansiedade pode ser refletida por uma dor no peito. A paixão provoca sensações gostosas pelo corpo inteiro”. Quase todos nós podemos confirmar estas afirmações pelas nossas experiências pessoais. Mas, agora, há argumentos científicos para isso. Na Universidade de Aalto, na Finlândia, pesquisadores fizeram um mapa completo de todas as emoções humanas e os resultados demonstram que as mais comuns têm um impacto muito forte e claramente identificado no corpo de quem as experimenta. E essas sensações sã quase idênticas tanto em habitantes da Europa Ocidental como da Ásia. 

Os cientistas da Universidade de Aalto comprovaram que cada emoção desperta reações em diferentes áreas e que isto acontece independentemente do fato de as pessoas terem culturas diferentes.
De acordo com os pesquisadores, o corpo reage desta forma devido a mecanismos biológicos que nos preparam para responder ao que acontece à nossa volta, seja para a defesa ou para desfrutar da situação.

"As emoções não ajustam apenas a nossa saúde mental, mas também nossos estados corporais. Desta forma, nos preparam para reagir rapidamente frente aos perigos, mas também diante de qualquer oportunidade que o ambiente nos ofereça, como uma interação social prazerosa", disse Lauri Nummenmaa, professora de neurociência e líder da equipe de cientistas.

Os autores do trabalho, publicado na revista especializada PNAS, afirmam que o mapa físico emocional tem bases biológicas e é universal.

Pelo corpo todo

Para o estudo, os cientistas realizaram cinco experimentos com 701 pessoas.
Os voluntários deveriam localizar em que lugar sentiam o efeito de uma série de emoções básicas como raiva, medo, nojo, felicidade, tristeza ou surpresa, e outras mais complexas como ansiedade, amor, depressão, desprezo, orgulho, vergonha e inveja.
Os participantes tinham que colorir em uma figura humana as zonas que se ativavam mais ou menos enquanto ouviam as palavras que designam cada uma destas emoções.

O vermelho era usado para marcar as áreas de maior atividade e o azul, as com menos sensações.

Os cientistas então observaram uma grande coincidência, acima de 70%, das áreas coloridas.

É possível observar no mapa criado pelos pesquisadores que as duas emoções que causam uma reação corporal mais intensa e em todo o corpo são o amor e a alegria.
Também é possível ver que, no geral, todas as emoções básicas ativam sensações na parte superior do corpo, onde estão os órgãos vitais. E principalmente na cabeça.

"Observar a topografia das sensações corporais disparadas pelas emoções permite criar uma ferramenta única para a investigação das emoções e pode até oferecer indicadores biológicos de transtornos emocionais", afirmaram os cientistas em seu estudo.
Os cientistas também fizeram outros quatro experimentos com os voluntários, envolvendo fotografias, imagens, filmes e relatos que tentavam transmitir a eles as emoções em questão.

E, para garantir que estes mapas não dependiam da cultura ou língua dos voluntários, os cientistas repetiram os exercícios em três grupos diferentes: finlandeses, suecos e taiwaneses.

Mesmo em grupos de nacionalidades diferentes, os cientistas observaram as coincidências e, por isso, concluíram que as respostas físicas às emoções parecem universais.



Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140103_mapa_emocoes_fn.shtml


“A ansiedade pode ser refletida por uma dor no peito. A paixão provoca sensações gostosas pelo corpo inteiro”. Quase todos nós podemos confirmar estas afirmações pelas nossas experiências pessoais. Mas, agora, há argumentos científicos para isso. Na Universidade de Aalto, na Finlândia, pesquisadores fizeram um mapa completo de todas as emoções humanas e os resultados demonstram que as mais comuns têm um impacto muito forte e claramente identificado no corpo de quem as experimenta. E essas sensações são quase idênticas tanto em habitantes da Europa Ocidental como da Ásia. - See more at: http://noticias.seuhistory.com/conheca-o-grande-mapa-das-emocoes-humanas-e-entenda-como-seu-corpo-funciona#sthash.bhsz5OIN.dpuf

Discernindo o Reino para Compreender a Igreja

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Já faz algum tempo que me veio um entendimento do verdadeiro significado do Reino de Deus... bem diferente do que as denominações ensinam...

...vocês sabiam que Jesus era apaixonado por falar do Reino? Se lermos os quatro evangelhos, a palavra "igreja" aparece apenas 3 vezes. Mas a palavra "Reino" aparece 124 vezes (versão Almeida Atualizada). O tema central e absoluto do ensino de Jesus era o seu Reino que virá. Mas a Igreja é apenas uma agência de divulgação da vinda desse Reino.

Lembram da parábola do homem que acha um tesouro no campo? 

“O reino dos céus é semelhante a um tesouro que, oculto no campo, foi achado e escondido por um homem, o qual, movido de gozo, foi vender tudo o que possuía e comprou aquele campo. É semelhante, ainda, a um negociante que buscava boas pérolas, e, tendo achado uma de grande valor, foi vender tudo o que possuía e a comprou”. Mateus, 13:44-46. 

O Reino é um megaprojeto de Deus para a Raça Humana!!! É a super-civilização celestial que vai aterrissar no Planeta Terra e esmagar todos os reinos humanos (Dn. 2: 44-45), quando Cristo entregará autoridade e domínio a uma nova raça governante, que seremos nós, os salvos, vencedores e aprovados (Ap. 2:26-28). Lembrando que não serão todos os salvos que reinarão com Cristo, mas essa é outra matéria.


"Na época desses reis, o Deus dos céus estabelecerá um reino que jamais será destruído e que nunca será dominado por nenhum outro povo. Destruirá todos esses reinos e os exterminará, mas esse reino durará para sempre. Esse é o significado da visão da pedra que se soltou de uma montanha, sem auxílio de mãos, pedra que esmigalhou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro”. "O Deus poderoso mostrou ao rei o que acontecerá no futuro. O sonho é verdadeiro, e a interpretação é fiel". Daniel 2:44-45


Àquele que vencer e fizer a minha vontade até o fim darei autoridade sobre as nações. "Ele as governará com cetro de ferro e as despedaçará a um vaso de barro" Eu lhes darei a mesma autoridade que recebi autoridade de meu Pai. Também lhe darei a estrela da manhã. Apocalipse 2:26-28

O Reino é um projeto tão fantástico, grandioso e mais elevado do que qualquer coisa nesta vida que, quando alguém descobre o seu verdadeiro significado, é capaz de deixar em segundo plano "tudo quanto tem" e buscar o Reino com todas as suas forças.  

Uma das formas de discernir o Reino é a seguinte 


Os Estágios da Salvação

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“E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” I Ts. 5:23

A Bíblia mostra claramente que o ser humano é constituído de espírito, alma e corpo. O espírito é a faculdade pela qual contatamos Deus. É no espírito que temos consciência de Deus, comunhão com Ele, bem como a faculdade intuitiva, isto é, de perceber espiritualmente a presença de Deus. Somente o homem possui espírito e isso é a diferença vital com as outras criaturas. A alma nos faz seres humanos através da vontade, do intelecto e das emoções. A alma é a interseção entre o espírito e o corpo. É através da alma que o homem tem consciência de si mesmo e a sua função é manter a harmonia entre espírito e corpo. O corpo dá ao ser humano a consciência do mundo material através dos sentidos: visão, tato, olfato, audição e paladar.

Entendido as partes que compõem o ser humano passamos a compreender a salvação de Deus por meio de três estágios:

PASSADO = REGENERAÇÃO = Fomos salvos da PENALIDADE do pecado. = Rm. 8:3

PRESENTE = SANTIFICAÇÃO = Estamos sendo salvos do PODER do pecado = Rm. 8:13

FUTURO = GLORIFICAÇÃO = Seremos salvos da PRESENÇA do pecado = Rm. 8:23
“Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo”. Rm. 8:3; 13; 23

O primeiro estágio é o da regeneração. É o estágio da salvação do espírito. É a fase inicial em que somos justificados por Deus por meio da redenção de Cristo. Nesse estágio passado fomos salvos da penalidade do pecado, a morte.
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” Efésios 2:8-9

“Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo”. Tito 3:5

E se Jesus fosse Neopentecostal?

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Se Jesus fosse neopentecostal, não venceria Satanás pela Palavra, mas teria repreendido-o, amarrado, mandado ajoelhar, dito que é derrotado, feito uma sessão de descarrego durante 7 terças-feiras, e aí sim ele sairia (Mt 4:1-11).

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria simplesmente feito o “sermão da montanha”, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu de Avivamento Fogo no Monte, cuja entrada seria apenas 250 dracmas divididas em 4 vezes sem juros (Mt 5:1-11).

Se Jesus fosse neopentecostal, jamais teria dito, no caso de alguém bater em uma de nossa face, para darmos a outra; Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor do céu sobre quem tivesse batido pois “ai daquele que tocar no ungido do Senhor” (Mt 5 :38-42).

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado o servo do centurião de Cafarnaum à distância, mas o mandaria levar o tal servo em uma de suas reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o seu servo durante 7 semanas, e aí sim ele seria curado (Mt 8: 5-13).

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça para o povo, de jeito nenhum!! Na verdade, o pão ou o peixe seriam “adquiridos” através de uma pequena oferta de, no mínimo, 50 dracmas e quem comesse o tal pão ou peixe milagroso seria curado de suas enfermidades (Jo 6:1-15).

Se Jesus fosse neopentecostal, Ele até teria expulsado os cambistas e os que vendiam pombas no templo, mas permaneceria com o comércio, desta vez sob sua gerência (Mt 21:12-13).

Se Jesus fosse neopentecostal, quando os fariseus lhe pedissem um sinal, certamente Ele imediatamente levantaria as mãos e de suas mãos sairiam vários arco-íris, um esplendor de fogo e glória se formaria em volta dEle que flutuaria enquanto anjos cantarolavam: “divisa de fogo, varão de guerra, Ele desceu à terra, Ele chegou pra guerrear”. E repetiria tal performance sempre que solicitado (Mt 16:1-12).

Se Jesus fosse neopentecostal, nunca teria dito para carregarmos nossa cruz, perdermos nossa vida para ganhá-la, mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos predestinados para o sucesso. E no final gritaria: receeeeeeebaaaaaa! (Lc 9:23).

O Dízimo é um Mandamento Cristão?

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 O DÍZIMO É UM MANDAMENTO CRISTÃO?


O dízimo é bíblico, mas ele não é cristão.

Vamos entender por etapas. Eu faço questão de ensinar isso para você. O Ministério Guerreiros da Luz não vai te cobrar dízimo. Há igrejas que constrangem as pessoas. Eles colocam um painel lá “Os devedores do dízimo”. E quem está devendo o dízimo não pode nem tomar a ceia. Mas isso é um constrangimento ilegal. Sabia? Isso fere a nossa constituição federal, inclusive.
Vamos ver o que a bíblia fala sobre isso?

Êxodo 36:05-07 - E falaram a Moisés, dizendo: O povo traz muito mais do que basta para o serviço da obra que o SENHOR ordenou se fizesse. Então mandou Moisés que proclamassem por todo o arraial, dizendo: Nenhum homem, nem mulher, faça mais obra alguma para a oferta alçada do santuário. Assim o povo foi proibido de trazer mais, Porque tinham material bastante para toda a obra que havia de fazer-se, e ainda sobejava.

O povo foi proibido de ofertar mais, proibido de trazer mais. Você consegue imaginar uma coisa dessas? Eu gostaria de um dia fazer minhas as palavras de Moisés. Galera, proibidos de ofertar. A gente já tem mais do que precisa. Chega, já temos muito. É... Glória ao Senhor, não é?
Porque o povo ofertou? Porque o povo amava a Deus. Porque o povo tinha gratidão a Deus. Moisés não fez um discurso ameaçando o povo. “Quem não der, vai ter a maldição” Não! Ele não diz isso. Moisés também não prometeu nenhuma recompensa para o povo. “Olha, quem der mais....” Ele não ofereceu nada. Ele simplesmente disse: “vamos colaborar com a obra de Deus.” E o povo ofertou voluntariamente. Mas com tanto amor, com tanto desejo, que sobejou.

Vou pegar outro exemplo.

I Crônicas 29:05 - Ouro para os objetos de ouro, e prata para os de prata; e para toda a obra de mão dos artífices. Quem, pois, está disposto a encher a sua mão, para oferecer hoje voluntariamente ao SENHOR?

Ou seja, quem não tinha grana para ofertar, ofertava com seus talentos, com as suas habilidades. Existem múltiplas maneiras para você abençoar o reino de Deus. Você pode ajudar... Instalando uma caixa de som, fazendo um louvor, uma adoração, preparando um café. Cumprimentando as pessoas que estão chegando. Recebendo-as com um sorriso. Existem inúmeras maneiras de você abençoar a Deus.
Agora olha o que Davi fala: “voluntariamente ao Senhor”. Em algumas traduções está escrito “Quem está disposto a consagrar-se hoje, voluntariamente ao Senhor”. Essa consagração, ela é voluntária. Davi não estava orquestrando, ele não estava impondo nada. Davi não estava amaldiçoando o povo com a maldição. E nem prometendo promessas de bênçãos, caso quem desse mais recebesse mais.
 Ele não estava falando isso. Porque era o amor que movia o povo.
Aí mais adiante, no versículo 9.

As Ovelhas e os Bodes

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Mateus 25:31-46

"Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na glória celestial.

Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes.

E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda.

"Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo.

Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram;

necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’.

"Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber?

Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos?

Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar? ’

"O Rei responderá: ‘Digo-lhes a verdade: o que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’.

"Então ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: ‘Malditos, apartem-se de mim para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos.

Pois eu tive fome, e vocês não me deram de comer; tive sede, e nada me deram para beber;

fui estrangeiro, e vocês não me acolheram; necessitei de roupas, e vocês não me vestiram; estive enfermo e preso, e vocês não me visitaram’.

"Eles também responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome ou com sede ou estrangeiro ou necessitado de roupas ou enfermo ou preso, e não te ajudamos? ’

"Ele responderá: ‘Digo-lhes a verdade: o que vocês deixaram de fazer a alguns destes mais pequeninos, também a mim deixaram de fazê-lo’.

"E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna".



E você já decidiu em que lado estará naquele terrível dia? Pense muito bem sobre isso, a sua vida está em jogo.


Uma vez salvo, salvo para sempre?

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“Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus.” (Filipenses 1:6)
 
Sabendo que eu professava fé nas doutrinas reformadas, uma amiga certa vez me fez a seguinte pergunta: “Uma vez salvo, salvo para sempre?” Eu respondi afirmativamente, ao que ela completou: “Então quer dizer que se eu abandonar a fé e ‘cair no mundão’, ainda assim, serei salva?!” Eu prontamente respondi: “Obviamente, não!”

Esta é uma dedução precipitada e errônea, que lastimavelmente tem sido a interpretação aceita por muitos da cristandade atual.

Ao se ouvir uma declaração proposicional, do tipo “Uma vez salvo, salvo para sempre”, não é correto partir de imediato para inferências e conclusões práticas sem antes considerar a proposição sob o prisma doutrinário.

Uma vez salvo, salvo para sempre! Esta afirmação deve nos remeter a uma pergunta: O que é ser salvo? Quando podemos afirmar que uma pessoa é/está salva? Será que todos os que freqüentam a igreja são salvos? A resposta é negativa, pois o Senhor Jesus nos advertiu de que haveria joio em meio ao trigo (cf. Mt 13); E os que levantam as mãos, falam em nome de Cristo, manifestam dons, etc, será que todos estes são salvos? A resposta novamente é negativa, pois foi a pessoas assim que o Senhor Jesus disse: Apartai-vos de mim! (cf. Mt 7:21-23); Será que todos os que crêem em Deus são salvos? Mais uma vez a resposta é negativa, pois a Bíblia diz que até os demônios crêem em Deus (cf. Tg 2:19). O que, então, significa “ser salvo”? O que caracteriza um salvo? O que as Escrituras nos ensinam a respeito disso?

 

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